domingo, 8 de fevereiro de 2009


Trágicos amores

dos épicos tempos medievais

deles cantaram trovadores

lendas que foram,

histórias bem reais

Paixões vividas

na lâmina de uma espada

amantes,vidas sofridas

agonias,cinzas,nada

do amor fizeram alarde

em juras de pouca sorte

eternos amantes ficaram

provando

o veneno da morte
Tristão


5 comentários:

Osvaldo disse...

Caro Tristão e terna Isolda;
Com tão bela história, só um belo poema os poderiam reviver...

Tristão e Isolda...
Romeu e Julieta...
Pedro e Inês...
São sinónimos de Ardentes Paixões.

Saudações.
Osvaldo

Menina do Rio disse...

Os amores e suas tragédias! Daí o porque dos amores eternos estarem ligados à morte. Pois não fosse a morte dos amantes, seria a morte do amor e este não se eternizaria.
Romeu é Julieta
Tristão e Isolda
Orfeu e Eurídice
Édipo e Jocasta
É mais do que certo que nenhum grande amor sobreviva ao cotidiano e ao tempo e são salvos pela impossibilidade de concretização, urdida pelo destino que une na morte o que na vida não cabe...

Um bom começo de blog a vós!
Até breve e obrigada pela visita

Marta disse...

Por vezes, o amor dá-nos a beber o champagne da felicidade...
Outras, encontra-se fel e a morte....
Lindo...
Gostei de cá estar e espero que voltem ao meu....
Beijos e abraços
Marta

poetaeusou . . . disse...

*
etereos amantes,
da dor libertados
pelo veneno do amor . . .
,
conchinhas etereas, deixo,
,
*

Multiolhares disse...

Amor e dor expresso em tantas historias passadas
boa semana