sexta-feira, 24 de abril de 2009


Desses beijos

Fizemos a Primavera

compusemos emoções

planícies de sentimentos

rios com margem de luz

Nesses dias

subimos montanhas

como aves migrando

rumando a terras férteis

de diáfanos vales

serenas planícies

ali plantámos

sementes de felicidade

e delas brotou o futuro

Nosso
Tristão

quarta-feira, 18 de março de 2009




Lembras-te...
De quando juntos choravamos
a dor da desilusão
deixando quentes lágrimas
caírem por sobre feridas
abertas por enganos
rasgadas pelo abandono...
Foram essas lágrimas
que cicatrizaram
as chagas da alma
que sangrava desalento...
E regaram a esperança
que a fez renascer
que a iluminou com sorrisos
que resgataram a cor dos dias...
E juntos
de alma lavada
olhamos o horizonte
onde descobrimos
o caminho do amor
e de mãos dadas
por ele seguimos.

Isolda

domingo, 8 de março de 2009


Das mãos solto carícias
que partem à desfilada
em ousadas corridas
pelo teu corpo em flôr
na tua boca um sorriso
desenhado em extâse
um doce murmurio
um grito de amor !
Caminhamos
pela madrugada
em noite de afectos
o olhar no infinito
colorindo o silêncio
num tom de paixão
os lábios semeando
um futuro de nós
um só corpo
um só coração

Tristão


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009


Em suas mãos
um cesto de flores
colhidas em fresca manhã
que desfolhou
espalhando o aroma
guardado em suas mãos
em suaves carícias
que o fizeram despertar
olhá-la
cobri-la de pétalas
respirar seu corpo em flor
saborear seu perfume
e ali
naquele jardim só deles
beijos derramaram
e saciaram a sede
fazendo brotar da saudade
uma nascente
de eterno amor


Isolda

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009


Diz-me amada minha
o que vêem os teus olhos
quando encontram o meu olhar,
se veêm rios de fogo
estrelas incandescentes
uma luz tão intensa,
como um sol a brilhar
Tudo isto trago no peito
mar imenso de paixão
tempestade de afectos
em avidez de carícias
num beijo de esplendor
na essência dos teus lábios
paraíso de emoções
jardim de mil delícias
Tristão

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009







Não me fales
dos intermináveis mares
que sozinho atravessaste.
Nem das noites sem estrelas
que acordavam tua dor.
Nem das lágrimas de solidão
que gelavam tua alma.
Nem do peso dos dias
que te impediam de caminhar.
Fala-me
daquele dia de sol
que te levou ao lugar
onde bebeste
da água da vida.
Fala-me
da frescura dessa água
que nos fez renascer.

Isolda

domingo, 8 de fevereiro de 2009


Trágicos amores

dos épicos tempos medievais

deles cantaram trovadores

lendas que foram,

histórias bem reais

Paixões vividas

na lâmina de uma espada

amantes,vidas sofridas

agonias,cinzas,nada

do amor fizeram alarde

em juras de pouca sorte

eternos amantes ficaram

provando

o veneno da morte
Tristão